fútil sopro
entre tantas grandezas
ainda mais longas que os desejos
nunca tão mal se escreveu
contra o infinito numa encruzilhada
tudo resulta no mesmo
e cabe no diminuto
fútil sopro de fingidas palavras
que morrem antes da voz
fútil sopro
entre tantas grandezas
ainda mais longas que os desejos
nunca tão mal se escreveu
contra o infinito numa encruzilhada
tudo resulta no mesmo
e cabe no diminuto
fútil sopro de fingidas palavras
que morrem antes da voz
6 comentários:
o instante do sopro em lindas palavras, Maria.
Um abraço.
Jefferson
o desencanto expresso num belo poema.
muito bom!! ....
roubo.te o poema
deixo.te um beijo .posso?
muito bom o seu poema, certamente crítico da futilidade
f
u
l
m
i
n
a
n
t
e
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