31/10/10

A profundidade da morte




Repouso no espaço estorvo
Das ervas daninhas,
No grito ausente da criação.

(Acaso penso no teclado que perdeu a tecla [r] ? )

Refugiados à desertificação,
como todas as portas,

lenta iluminação das águas.




3 comentários:

maria manuel disse...

um poema intenso e profundo, como a morte, como a dor de quem vive a condição de moribundo, de refugiado ou de ver um ente próximo sofrer e morrer. uma «desertificação».

abraço.

ROGEL SAMUEL disse...

o mistério e a profundidade da morte no enigma do poema

ROGEL SAMUEL disse...

publiquei um poema seu no destaque de meu blog