16/09/08

XXV


vi-me nascer, crescer, sem ruído
sem galhos que doam como braços
calada

sem palavra para ferir no ventre




Maria Costa

3 comentários:

gabriela rocha martins disse...

apenas

ser

MULHER

no absoluto



.
um beijo

lupussignatus disse...

a

germinação

do

puro

silêncio

Assis de Mello disse...

Eis aqui um blog todo de lirismo mágico. Lindo, leve e tocante.
Estu linkando-o ao meu.
Um beijo, MÏR